Griselda (2024)

Reza a lenda que Pablo Escobar só tinha medo de uma pessoa: Griselda Branco. É a sua história que conhecemos em Griselda, nova aposta na Netflix e nova incursão do streaming no mundo do narcotráfico. Sofia Vergara, ela própria colombiana, deixa para trás os papeis redutores de “boazona” e assume aquele que pode ser o papel da sua vida. Não que a sua personagem não seja objeto de desejo, mas é muito mais do que isso. É ela que manda.
Encontramos uma Griselda já adulta, com três filhos e a fugir do marido violento, irmão mais novo de um barão da droga de Medellín. Para trás fica um casamento longo e tortuoso e uma vida como prostituta. Procurando uma nova vida em Miami, começa por vender um quilo de cocaína para começar uma nova vida e ao invés, usa a experiência que acumulou como braço direito do marido e começa um novo negócio.
Griselda enfrenta um mundo machista onde a sua opinião não tem valor, mas onde a sua determinação e inteligência começam a furar rumo à construção de um império. Uma bela surpresa de início de ano.





De um dia para o outro, Yeonghye, após violentos sonhos que envolvem a morte de animais, decide deixar de comer ou cozinhar carne. Com efeito, ela que pelo menos na cozinha, fazia as delícias do marido, deita fora toda a carne disponível em casa e nunca mais faz um prato de carne.
Sunny é a personagem central da mangá com o mesmo nome de Taiyo Matsumoto. Não fingirei ser um entendido neste subgénero, no qual dei há poucas semanas os primeiros passos, mas sei que tanto esta coleção de livro como o seu autor são reconhecidos e premiados. Sunny não é mais do que um carro, estacionado à frente de uma casa que recolhe jovens cujas famílias não têm posses para os criar.
Clémence é uma jovem adulta que estuda teatro em Bruxelas. Quando vê como a avó, com quem passou longas horas ao crescer, é infeliz no lar onde vive e foge com frequência, resolve intervir, sem a sua mãe saber e leva a avó numa road trip, que pensa poder ajudar a curar a sua demência. 60 anos depois, a avó vai ver a sua casa de meninice.
Darby (Emma Corrin, Diana em The Crown) está habituado a lidar com a morte. Cresceu com um pai médico legista e aprendeu a ver nos corpos e ossadas algo que os outros não conseguem ver. Mais crescida, fez parelha com Bill (Harris Dickinson) para tentar resolver alguns casos que pareciam não ter solução. Depois, no presente da narrativa de Um Homicídio no Fim do Mundo vemo-la como escritora de algum sucesso, após ter lançado um livro que narra as duas etapas anteriores da sua vida. Darby é, pois, uma detetive amadora, uma escritora em ascensão e uma experimentada hacker.