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A Estante

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14 de Novembro, 2025

Vem aí a quinta

Stranger Things

Francisco Chaveiro Reis

O mês de novembro não acaba sem estrear a derradeira temporada de Stranger Things.

Mais do que uma série ou de sinónimo de Netflix, Stranger Things é um fenómeno global, que alia uma boa velha história de terror a sentimentos como amor e forte amizade, além de ter colocado na moda, os anos 80 (que o diga Katie Bush, que viu novas gerações descobri-la, décadas após ter atingido o pico do seu sucesso). Strangers Things prendeu milhões ao ecrã, criou estrelas e deu nova vida a outras.

O sucesso mede-se também, claro, pelo merchandising. De sets de Lego a ténis Nike, passando por um revivalismo da moda da década de 80, tudo se vende e, eu, não fui imune a esse movimento de marketing.

Millie Bobby Brown, hoje com 21 anos e casada, é 11, aparentemente uma pré-adolescente. Trata-se, no entanto, de alguém com pouco contacto com o mundo real e com extraordinários poderes, que põe ao serviço dos primeiros amigos que faz na vida. São eles, Dustin, Lucas e Mike, em missão para tentar perceber o que aconteceu ao amigo, Will. Will, filho de Joyce (Wynona Ryder) desapareceu, sem deixar grande rasto e está, cedo descobrimos, num mundo paralelo, aprisionado. É esse mal que ameaça apoderar-se da pequena cidade e não parar por aí. Como nos filmes e série de It, o futuro do mundo está nas mãos de um punhado de crianças.

Nas três temporadas seguintes, sem que a qualidade ou o interesse baixasse, mais e mais personagens se juntaram, ficando algumas pelo caminho, enquanto se esperava que o mal voltasse e voltasse.

Agora, daqui a pouco, saberemos como fica tudo. Ou será que não?